Não é bitcoin: os maiores lucros do mundo estão em ações de tecnologia; conheça a empresa tech que pode se tornar big ao substituir o Excel

Ultimamente só se ouve falar de bitcoin, o quanto ele subiu ou o quanto caiu… Mas pouca gente sabe que, na verdade, não é esse o mercado mais lucrativo do mundo. Apesar de também estarem inseridas no setor de tecnologia, as moedas digitais ficam “no chinelo” quando comparadas a todo o potencial das empresas techs.

Sei que você pode estar desconfiado. Mas, se você der uma olhada na valorização do bitcoin, saberá que tenho razão. Enquanto o BTC teve upside de quase 1400% nos últimos quatro anos, algumas ações de empresas techs foram além em períodos mais curtos de tempo:

  • The Trade Desk (BVMF: T2TD34) valorizou 1.853% de janeiro de 2017 a janeiro de 2021.
  • Salesforce (Nasdaq: CRM) valorizou 5.437% de 2006 a 2020;
  • Carvana (NYSE: CVNA) subiu 956% de julho de 2008 a abril de 2021;
  • Sea Limited (BVMF: S2EA34) cresceu 1.457% de janeiro de 2018 a abril de 2021;

Essas são apenas algumas ações de tecnologia que decolaram na bolsa e fizeram a fortuna de quem acreditou nelas. E elas têm uma vantagem sobre o bitcoin. Ao investir nelas, você compra uma participação de uma empresa, com ativos, receitas, clientes, funcionários, etc. É um ativo real, que, geralmente, pode ser considerado mais seguro que os criptoativos. 

E sabe por que você não ficou sabendo de nada disso? Pois todos esses ganhos aconteceram no mercado americano. Essas oportunidades estavam escancaradas para quem acompanha o mercado lá fora. Mas, se você ficou limitado às ações brasileiras e teve como único investimento internacional o bitcoin, acabou ficando de fora.

E sabe o que é pior? Você poderia ter pego todos esses ganhos com a praticidade de quem faz um pix. Sim, investir em ações internacionais é tão simples quanto fazer um pix. Muitas vezes não é necessário ter conta no exterior, fazer câmbio ou falar inglês.

Tudo o que você precisava era ter a iniciativa de comprar essas ações antes de elas bombarem. Infelizmente, poucas pessoas acompanham este mercado aqui no Brasil, o que torna as coisas um pouco mais complicadas. Mas, para a sua sorte, conheço alguém que sabe tudo sobre este assunto e está disposto a compartilhar o conhecimento.

Estou falando de Richard Camargo. Ele é colunista do Seu Dinheiro e acompanha as ações de empresas tech na com afinco na Empiricus. Ela está sempre de olho nas novas oportunidades para lucrar (saiba mais aqui). 

E, para que investidores não fiquem mais de fora, o analista está organizando uma imersão no mercado de tecnologia mundial, junto com o head de tecnologia da casa, Vinicius Bazan, e o especialista em criptomoedas André Franco (viu só como o potencial disso tudo é grande?).

Trata-se de um evento online e totalmente gratuito, chamado ‘Deep Dive Tech’. Ele ocorrerá no dia 21 de junho, às 20h, e terá um único objetivo: revelar a lista com as próximas 10 ações techs com potencial de entregar as maiores supermultiplicações do mundo. Para participar é preciso de um convite e o seu já está separado neste link.

No entanto, como eu sei que o evento ainda está um pouco longe, tratei de descobrir pelo menos um dos nomes que estarão nessa lista para que você não morra de curiosidade até o dia 21. E eu fiquei sabendo que uma das techs que está a ponto de decolar nas bolsas internacionais é a SmartSheet (NYSE: SMAR).

‘A Revolta de Atlas’ chegou ao fim: conheça a SmartSheet

Na literatura, ‘A Revolta de Atlas’ refere-se a todo o peso do mundo sobre os ombros de um gigante. Já no mercado financeiro, este gigante poderia facilmente ser substituído pelo Excel, que suporta todo o peso do sistema financeiro mundial.

Parece brincadeira, mas isso é coisa séria. O Excel ainda é a principal ferramenta de empresas que realizam atividades operacionais repetitivas ao redor do mundo. Mas isso logo deve ficar para trás com a chegada da Smartsheet

Fonte: site da empresa

Ela é um software de backoffice, utilizado em atividades de onboarding de clientes, gestão de projetos, processos, chamados, e muitas outras funcionalidades. O programa mescla as principais características de softwares colaborativos, como Trello e Asana, a uma interface similar ao do “queridinho” Excel.

Na visão de Camargo, uma das coisas que mais chamam a atenção na Smartsheet é a sua funcionalidade. Na extensa base de clientes da empresa, existem mais de 2.000 usos diferentes construídos a partir do software. E essa flexibilidade está fazendo com que ela seja adotada por grandes empresas.

Para você ter uma ideia, 80% das companhias da Fortune 500 (lista com as 500 maiores corporações dos Estados Unidos) são clientes da Smartsheet. E essa nem é a melhor parte… O analista destaca que, devido às possibilidades do software, a receita da empresa não para de crescer a cada ano.

Ao todo, a Smartsheet acumula cerca de US$ 5.000 de receita média anual. No entanto, existem contratos que chegam a mais de US$ 3 milhões no ano. Na prática, isso fez a companhia saltar de US$ 3.600 para US$ 5.100 de receita média em menos de 12 meses, com espaço para crescer mais, de acordo com o analista.

Além disso, Camargo destaca que a tech tem capacidade para crescer entre os clientes já conquistados. Após 12 meses, um cliente em 2014 gastava cerca de 110%. Após 5 anos, esse mesmo cliente passou a gastar 312%. Só esse fator já explica o potencial de crescimento que o analista espera para a companhia nos próximos anos.

Na visão dele, a Smartsheet é uma empresa barata em comparação aos seus pares, que negocia a 12,5 vezes receitas ao ano, enquanto concorrentes como Atlassian e Asana negociam, respectivamente, cerca de 24 vezes e 19,5 vezes as receitas estimadas para 12 meses. Ou seja, é um caso de uma empresa de alto crescimento que está precificada como de médio crescimento.

SMAR é uma oportunidade de comprar uma excelente empresa, com alto crescimento esperado para os próximos anos e com mercado potencial imenso, se levarmos em conta as companhias com mais de 10 mil funcionários que demandam seus serviços – Richard Camargo]

Como disse no início, essa é apenas uma das empresas tech em que Richard Camargo está de olho agora. O restante delas será revelado no evento online e 100% gratuito que ele fará com seus parceiros, Vinicius Bazan e André Franco, no dia 21 de junho, às 20h.

Os três analistas estão convictos de que há pelo menos 10 empresas de tecnologia com potencial para terem ganhos exponenciais nos próximos meses. E não estão dizendo isso sem motivo: eles já estão imersos neste tema há algum tempo devido ao podcast que produzem sobre o assunto, chamado ‘Tela Azul’.

Neste programa, os analistas têm acesso às melhores cabeças de tecnologia do Brasil e agora pretendem transformar essas informações em uma forma de ganhar dinheiro. “Nós queremos a responsabilidade de construir uma carteira de tecnologia e de ajudar você, investidor, a investir neste setor para muito além do óbvio”, afirma Richard Camargo.

Eles passaram os últimos seis meses debruçados neste desafio e agora a carteira está pronta. No dia 21 de junho, eles irão se reunir no evento ‘Deep Dive Tech’ para revelar quais são as ações que compõem a carteira focada apenas em lucros no setor de tecnologia. 

10 ações tech para lucrar

Se quiser descobrir quais são as 10 ações de tecnologia com potencial para entregar lucros exponenciais nos próximos meses, sugiro que faça o seu cadastro para o evento. Para Richard, Vinicius e André, estas são as empresas com maior chance de deslanchar nas bolsas americanas este ano.

E por que eles estão confiantes disso? Depois de meses de estudo, eles descobriram ações com valor de mercado entre US$ 5 bilhões e US$ 20 bilhões, ou seja, empresas pequenas a princípio, que têm espaço para crescer e se tornarem gigantes como Tesla, Apple, Facebook e Alphabet no futuro. Pequenas empresas, mas com um grande potencial ‘escondido’, assim como a que te mostrei aqui hoje.

E acredite: você não vai ficar sabendo delas em outro lugar. Essas empresas estão fora do radar de boa parte do mercado brasileiro. Provavelmente, quando essas ações das empresas que os analistas estão prestes a revelar caírem no conhecimento da maioria dos investidores, elas já terão ficado caras demais e a oportunidade terá passado.

Portanto, aqui vai o meu conselho: faça o seu cadastro no evento ‘Deep Dive Tech’ e garanta a sua vaga para assistir à revelação da carteira de ações tech criada por eles. Não se preocupe, o evento é totalmente gratuito: